Cigarros eletrônicos: vilões

“Aqui estamos atentos. É necessário ter a informação correta para preservar-se. É necessário falar sobre isso em casa e na escola.”

Christiane, Orientadora Educacional


Cigarros eletrônicos. Em qualquer balada no final de semana, a proporção entre jovens e seus pen-drives soltadores de fumaça impressiona, além de só aumentar.


A bem da verdade, os vapes estão deixando de ser exclusivos das festas e batendo ponto em colégios, faculdades e escritórios — o vício está em todo lugar.


Inicialmente, eles eram defendidos até como opção para quem queria passar de fumar, mas já se vê uma epidemia de nicotina entre os jovens.




Alguns números:


  1. O percentual de pessoas de 18 a 24 anos que já experimentaram cigarro eletrônico é quase três vezes o da população total — é jovem mesmo.

  2. Em média, um maço de cigarro comum rende 300 tragadas. Um vaporizador pode oferecer 1,5 mil, muitas vezes, com bem mais nicotina.

  3. O uso do cigarro eletrônico aumenta em 42% a chance de ter um infarto;

  4. Ao usá-lo, o adolescente tem 50% mais chances de ter uma asma;

  5. Para quem não sabe… No Brasil, a importação ou a propaganda desses cigarros é proibida, mas, há hoje 19 projetos de lei sobre eles em análise no Congresso.


Anna Lembke é uma psiquiatra americana que é chefe da Stanford Addiction Medicine Dual Diagnosis Clinic da Stanford University, escreveu:

- “Cigarros eletrônicos - chic, discretos, sem cheiro, são sistemas recarregáveis para entrega de nicotina. Eles levam ao aumento do nível de nicotina no sangue em tempo menor de consumo do que o gerado pelo cigarro tradicional. Eles estão disponíveis em uma variedade de sabores para atrair adolescentes….”

Sim, os cigarros eletrônicos são desenvolvidos para atrair o adolescente. E aqui entra nosso papel como responsáveis. Precisamos perder o medo de sermos chamados de “bravos”.

De termos nossos filhos chateados conosco. Caso seu filho seja menor, é seu papel dizer “não, aqui em casa não aceito o cigarro eletrônico”. E “não, não vou pagar para alimentar um vício que vai acabar com a sua saúde”. Então combinar que tipo de ajuda você vai dar, caso ele já esteja viciado, para que possa largar o cigarro. Nada de ser “amigão” e achar que você explica que faz mal, mas seu filho decide se fuma ou não. Só um filho que já é maior, trabalha e se sustenta, inclusive pagando os custos da própria moradia e alimentação pode tomar essa decisão sozinho.

Ainda assim, cabe a você falar muito e mostrar desaprovação sempre que puder. E para qualquer idade, vale a regra: dentro da nossa casa e na escola, de jeito nenhum, nunca!

Sua postura firme desaprovando e não financiando o cigarro ajuda e muito para seu filho encontrar forças para se manter longe da modinha que pode prejudicar e muito a saúde dele pela vida toda!

Fonte: The News


Alunos protagonistas e prontos para criar grandes oportunidades.

Somos a melhor escola do eixo Raposo Tavares, na região do Butantã e Granja Viana, para os estudantes e suas famílias. A educação integral do indivíduo (social, afetivo, físico, intelectual e cultural) tem o poder transformador na sua vida pessoal e na sua vida em sociedade para a construção de um mundo mais humano nas relações interpessoais e mais consciente nas suas escolhas.

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Fale conosco e venha para o Colégio Giusto!

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