Comunicação Não Violenta: a base para uma relação positiva

Atualizado: 29 de mar.

Com informações do blog do Programa Semente


Ao longo dos nossos 39 anos, esta pauta sempre esteve presente: “Comunicação não Violenta” já foi inclusive tema norteador de diversos eventos como Palestras, Mostra Cultural e até Festa Junina. Faz parte da nossa história!

A inclusão formal da Educação Socioemocional na grade curricular vem para sistematizar uma prática com a qual todos os colaboradores do Giusto já estavam habituados.


O norte-americano Marshall Rosenberg (1934-2015),
psicólogo e autor da abordagem CNV, desenvolveu a habilidade da
Comunicação Não-Violenta inspirado nas ações de grandes líderes
como Martin Luther King Jr e Gandhi, ou seja, observando a
utilização da resistência não-violenta como prática de
transformação daquelas realidades violentas.



A expressão “comunicação não violenta” tem sido utilizada em diversos contextos e ambientes, mas, afinal, em que ela consiste? É simples. A comunicação não violenta é a combinação de habilidades interpessoais que permitem uma conexão com mais respeito e empatia.

Existem diversas competências socioemocionais que impactam positivamente seu desenvolvimento, como é o caso da assertividade. Ser assertivo com outras pessoas é fundamental para o exercício da comunicação não-violenta e para a construção de relações humanas mais saudáveis.

Com essa habilidade, é possível se comunicar de maneira clara e respeitosa, conseguindo expressar aquilo que se quer dizer, sem ferir o outro, com palavras mal escolhidas ou com um tom de voz agressivo.

“Quando nos comunicamos de forma assertiva, ficamos mais à vontade na discussão, o que reduz também a ansiedade e o estresse que determinado tópico possa causar, além de auxiliar na resolução pacífica de um conflito.

Quando exercitamos essa competência, também damos um exemplo para outra pessoa da forma como queremos que aquela comunicação aconteça”, afirma Ana Carolina D’Agostini, Psicóloga e Gerente Editorial no Programa Semente.

Como desenvolver uma comunicação não violenta?

Outras competências fundamentais para a comunicação não-violenta são aquelas da família da amabilidade, principalmente a empatia e o respeito. Por isso, ao se propor a aprender a se comunicar de maneira não violenta, a pessoa já começa a se relacionar de uma outra forma, com um olhar mais empático.

Além disso, ao se abrir para a resolução de um conflito seguindo essa prática, às necessidades e sentimentos de quem fala ficam mais claros e isso faz com que o outro também sinta empatia.

Em um mundo violento, cheio de preconceitos, conflitos e mal-entendidos, sobretudo nas redes sociais, a comunicação se torna um ativo cada vez mais difícil de se desenvolver.

“Se eu exercito a comunicação não violenta, a pessoa pode se sentir mais à vontade e mais confiante em buscar essa comunicação comigo e eu com o outro, porque eu sei que aquilo está sendo praticado e que essa é a melhor maneira de as pessoas conviverem umas com as outras”, finaliza a psicóloga.


Alunos protagonistas e prontos para criar grandes oportunidades.

Somos a melhor escola do eixo Raposo Tavares, na região do Butantã e Granja Viana, para os estudantes e suas famílias. A educação integral do indivíduo (social, afetivo, físico, intelectual e cultural) tem o poder transformador na sua vida pessoal e na sua vida em sociedade para a construção de um mundo mais humano nas relações interpessoais e mais consciente nas suas escolhas.

Nossa prática norteia o respeito, a responsabilidade, a empatia, a ética, a inteligência emocional e o compromisso social.

Fale conosco e venha para o Colégio Giusto!

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