Entendendo as Competências Socioemocionais: criatividade, vamos nos permitir?

Atualizado: Nov 3


Se o assunto é criatividade, o Giusto se identifica. A cada aula, atividade ou projeto, nosso objetivo é transferir nossos alunos do campo das ideias para a ação, estimulando o potencial criativo de cada um, sem medo de arriscar, testar ou errar; de mãos dadas com eles, orientamos e persistimos para vermos a criatividade sendo materializada a partir de seres humanos cheios de energia, garra e inovadores.

Em um cenário cada vez mais volátil, automatizado e incerto, como você tem agido? Antecipando soluções ao inovar ou esperando que o futuro o atinja? Até que ponto você se permite ser criativo e original? A criatividade é uma habilidade exclusivamente humana e não é à toa que especialistas apontam que desenvolver esta competência será um grande diferencial para atuar nas mais diversas esferas, neste século.

O que chamamos de imaginação criativa não é algo que está pronto e encaixotado na prateleira. Ela não é rígida, programada, nem tampouco segue os padrões repetitivos das máquinas.

Também não reside na zona de conforto, pois não admite o estado de inércia. Ela pede estímulo, abertura ao novo, liberdade para se expressar, flexibilidade, capacidade de sonhar e coragem para colocar as ideias em movimento.

“A criatividade encontra solo fértil sempre que estamos abertos às possibilidades, afinal demanda ampliação de perspectiva e construção de múltiplos repertórios para fluir. Um médico pode ser um ótimo guitarrista, correr maratonas, participar de cursos livres sobre arte e gostar de marcenaria.

Restringir a trajetória pessoal e profissional a um único caminho, como ocorria no passado, é ficar à margem, preso a um contexto em total deterioração”, diz Ronaldo Carrilho, que é autor do Programa Semente e professor de Física, mas também pai de gêmeas, amante da natureza e um estudioso das habilidades socioemocionais.



Como soltar a criatividade em sala de aula?

É na observação e no questionamento que a criatividade começa a ser semeada. O que Leonardo da Vinci e o artista de rua Banksy têm em comum? Por que achar uma trilha diferente para chegar a um mesmo destino? Será que consigo resolver uma equação de outra maneira? O que faço para economizar energia, além de apagar as luzes?

E, ao sair do campo das ideias para a ação, sem receio de arriscar, testar, errar e persistir para encontrar a solução, temos a criatividade sendo materializada.

“Na escola, ela pode ser incentivada, por meio de projetos e experimentações, que despertem a curiosidade e exercitem o protagonismo, o engajamento, o senso crítico, o empreendedorismo e a autoconfiança”. É assim que acontece por aqui no Gusto!

Isso pode ocorrer desde uma vivência intramuros, com alunos pesquisando como utilizar a água de maneira cíclica no ambiente escolar para combater desperdícios, até extramuros, ao sinalizar, por exemplo, como uma comunidade do entorno pode obter renda, a partir de insumos locais não utilizados ou jogados no lixo.

“Todos podemos sonhar acordados, acumular repertório e libertar as ideias, para que tomem forma e transformem realidades”, reflete Carrilho.


Fonte: Blog do Programa Sementes


Alunos protagonistas e prontos para criar grandes oportunidades.

Somos a melhor escola do eixo Raposo Tavares, na região do Butantã e Granja Viana, para os estudantes e suas famílias. A educação integral do indivíduo (social, afetivo, físico, intelectual e cultural) tem o poder transformador na sua vida pessoal e na sua vida em sociedade para a construção de um mundo mais humano nas relações interpessoais e mais consciente nas suas escolhas.

Nossa prática norteia o respeito, a responsabilidade, a empatia, a ética, a inteligência emocional e o compromisso social.

Fale conosco e vem para o Colégio Giusto!

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